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Sou viciado em computação, Internet e Fotografia. Morei por quase 6 anos, e ainda frequento, Paraty. Sou usuário de softwares Open Source, tendo dado algumas contribuições em diversas ocasiões.

domingo, 8 de abril de 2012

Usando uma 50mm F1.4 Ai-S na D90

Fonte: www.photosynthesis.co.nz
Este é um modelo de lente muito antigo, projetado para câmeras mecânicas e eletrônicas que aceitem sistema Ai. Ela não tem nenhuma eletrônica para conversar com a câmera.

Segundo o site www.photosynthesis.co.nz, este modelo foi fabricado entre Julho de 1981 e Dezembro de 2005. Confirmei o modelo da lente comparando o número de série do exemplar em minhas mãos com os listados, além de outras características (aparência, mm, diâmetro de filtro etc). Sei que é uma data muito vaga, mas já dá para saber de quando é o modelo.

Não deve ser das primeiras, mas também não deve ser das últimas, pois o número de série da que testei começa com 55 (55xxxxx).

Na foto (obtida no site mencionado acima) dá para ver um gancho, preso ao corpo por 2 parafusos. Este gancho engata em uma peça nos Photomics usados na Nikon F2 que não sejam Ai (detalhes aqui). (Photomics eram os modelos das cabeças com o pentaprisma, que na F2 eram removíveis, e que tinham sistemas de medição de luz, o fotômetro, embutido.) Mas logo atrás deste gancho tem um degrau, que é uma característica dos sistemas Ai. Este degrau engata em uma alavanca em outras câmeras, como na FM2 na qual esta lente estava conectada antes, e nos modelos de Photomics produzidos de 1977 em diante para as F2. É assim que a lente informa à câmera qual é a abertura que está configurada no anel do diafragma. Muitas digitais tem esta alavanca, como a D7000, a D200 etc, mas a D90 para baixo, infelizmente, não tem.

A Nikon manteve compatibilidade com as lentes antigas, as não Ai, modificando-as. Quase todas as lentes não Ai produzidas depois de 1967 podiam ser modificadas para funcionar como Ai, como mencionado aqui. Parece que a Nikon não faz mais este serviço, mas já vi oficina que fazia. É basicamente fazer um corte preciso no anel de regulagem de abertura para engatar na mencionada alavanca. Já vi lente com esta modificação feita.

Conforme o nível do modelo das câmeras Nikon avançam, mais suporte completo à lentes ganha. Por exemplo, em modelos mais básicos, como a D40, a D60, a D3000, a D3100, a D5000, D5100 etc, o auto foco só funciona com lentes AF-S, que tem o seu próprio motor de foco, pois o corpo da câmera não tem este motor. Mas o sistema de autofoco ainda pode dar uma ajuda ao usuário no foco manual. Da D90 para cima, o corpo tem o motor de foco, portanto o autofoco funciona com todas as lentes AF, tendo (AF-S) ou não tendo (AF) motor interno.

O próximo nível de suporte é o Ai. Aparentemente todas as câmeras DSLRs Nikon modernas que não tem motor de foco no corpo também não suportam o Ai. A D90, o modelo mais básico atual que tem motor de foco, não suporta o Ai. A D7000 já suporta o Ai. Quando digo "não suportar o Ai", eu quero dizer, não ter a alavanca de leitura da abertura da lente e seus mecanismos.

Mas como nem tudo está perdido, tal como uma câmera sem motor pode usar em foco manual uma lente sem motor de foco, eu pude usar na minha D90 a lente Ai. A D90 só funcionou com esta lente completamente no manual (foco manual e exposição manual). Nem ajuda do fotômetro tive. Só tive ajuda do sistema de autofoco. Me senti como se estivesse usando uma câmera totalmente mecânica sem fotômetro, mas eu tinha a chance de ver a imagem e o histograma depois. O melhor foi usar raw+JPEG, como normalmente já faço. No raw eu teria mais facilidade para corrigir os erros numa pós-produção.

Isto não é para quem não sabe teoria de fotometria. "Não é para fracos". Não é para quando se tem pressa. Mas está sendo um baita aprendizado.

A experiência me fez pensar em como os fotógrafos antigamente trabalhavam, quando a fotometria não era confiável, isto quando tinha. Os erros de fotometria tinham que ser corrigidos no laboratório, na hora da ampliação. Então o raw ganhou mais importância ainda.

Primeiros testes

Fiz umas fotos iniciais sentindo a situação no mesmo dia. Destas mostro a abaixo. Ela é um desastre estético, mas era um teste de foco e exposição:

Terceira foto com a lente.

Passei a semana brincando com a lente. Fiz um passeio no Bosque da Barra, que foi como parte do Workshop da Claudia Regina, do Dicas de Fotografia. Fiz uma sessão de fotos de uma amiga minha, a Tatiana. Fiz um passeio a pé em Paraty, e encontrei um amigo meu na Casa Azul (sede da organização da FLIP). E fotografei a procissão do fogaréu. Isto tudo é mostrado abaixo.

Bosque da Barra

No dia seguinte fui no Workshop da Claudia Regina, do Dicas de Fotografia, que teve depois um passeio no Bosque da Barra. Lá usei mais um pouco a lente.

A tabela Sunny 16 foi o meu pontapé inicial para as minhas primeiras fotos.

Como não perguntei a ninguém se podia colocar suas imagens aqui, só vou colocar fotos de coisas inanimadas.

Mesa de piquenique

O histograma disse que esta foto poderia estar escura. E acho que realmente esteja um pouco, mas o Active D-Lighting é capaz de ter compensado, pois estava ligado.

Aumentei a exposição em dois pontos aumentando a abertura. Pode-se observar um desfoque mais intenso, e olhando o histograma na câmera vi um forte deslocamento para a direita, mas sem encostar no fundo, sem estourar. O Active D-Lighting estava ligado, o que pode ter influenciado em alguma coisa.

Uma espécie de vagem em uma árvore.

Uma brincadeira de desfoque.

Aqui acabaram as fotos no Bosque da Barra.

Como a luz estava terminando, e o parque fechando, esta sessão de fotos terminou. Todas as fotos foram em ISO 200. Como a câmera não sabia nem se estava com lente (creio eu), então a informação EXIF ficou parcialmente vazia e parcialmente preenchida com non-sense. E como não anotei, não sei quais abertura usei. Comecei com F11, pois estava nublado, e por um bom tempo fiquei por volta de F8. No bolo usei, se não me engano, F8 ou F5.6 e F4 ou F2.8, mas suspeito que foi F5.6 e F2.8. Acho que terminei em F1.4.

Ensaio com a Tatiana

Na segunda, conversando pelo GTalk com uma das minhas melhores amigas, combinamos fazer um ensaio fotográfico na terça de noite. Eu já devia isto a um bom tempo. Resolvi usar esta lente.

Comecei fotografando quando ela se maquiava, para ir treinando o foco manual, me entendo com a luz etc.


Se arrumando. Esta foto já mostra como o foco pode ser curto com a abertura de 1.4, e como pode separar os planos.

No making of eu errei muito o foco. No local tinha menos luz, e isto aumenta o erro no foco manual. O mesmo aconteceu nas fotos para valer, mas menos vezes.

Algumas fotos de perto, desfocando o fundo.

Aqui dá para ver um olho e foco, e outro fora de foco.

Afastando um pouco a profundidade de campo aumenta. Mas o sofá atrás está fora de foco.

Ela não parece uma modelo profissional? rs

Apresentando o amiguinho de pelúcia.

Com um amiguinho de pelúcia. Esta foto precisou ser refeita, pois tinha errado o foco.

Retocando a mãe para o retrato.

De cima para baixo.

Brincando com as cores da maquiagem.

O olho esquerdo quase em foco. Claro que não mostrei os erros piores.

Rosto encoberto.

Esta foto dá ideia de como o foco é crítico. Ele está um pouco depois do olho direito dela.

Um olhar entre os cabelos.

Um olhar mais enigmático.

Bebendo água. Esta foto mostra quão perto esta lente é capaz de focar, e quanto curta é a profundidade de foco quando faz foco tão perto.

Mais um retrato.

Esta lente é muito boa para retratos com pouca luz.

Boa parte destas fotos foram com ISO 1600 ou 800, com 1/60 s para que a imagem ficasse nítida. Algumas vezes usamos um rebatedor improvisado, feito com diversas caixas de leite abertas grampeadas. A luz foi quase sempre uma lâmpada fluorescente compacta no teto, e em parte do tempo também com uma luminária de pedestal com uma lâmpada fluorescente compacta.

Este ensaio, por si só, acho que já poderia ser um artigo.

Passeio em Paraty

Resolvi fazer um passeio de dia usando esta lente. De dia a situação muda. Não posso mais usar tão facilmente grandes aberturas. Mas achei umas flores na sombra para poder brincar com o desfoque.

Estas fotos foram tiradas no jardim da Casa Azul.

A praça ao fundo, e o portão.

Foco de perto nas flores.

Foco de perto nas flores.

Foco de perto nas flores.

Esta foto foi com 1/500 s, e dá para ver o reflexo do brilho da cena no portão.

Esta foto foi feita com 1/3200 s, e o diafragma não estava todo aberto.

Foco de perto nas flores.

As fotos das flores foram feitas com 1/1000 s, 1/500 s e 1/250 s, pois estavam em uma sombra quase escura. Todas usando ISO 200.

Procissão do Fogaréu

Agora é o desafio. A Procissão do Fogaréu é feita na zero hora da Sexta-Feira Santa. Nela todas as luzes do Centro Histórico são apagadas (Os bares, lanchonetes, algumas residências, e o comércio em geral, não respeitou, deixando as luzes acesas.), e acontece uma procissão partindo da Igreja da Matriz, passando por todas as outras igrejas do Centro Histórico, terminando onde começou. Os fiéis carregam tochas seguindo um andor. Ou seja, somente podia contar com tochas. Este ano ainda parece ter tido menos tochas que no ano passado.

É um desafio de pouca luz, de aproveitar a luz que tem, de procurar a luz, de ISO alto, e lente aberta. Muita gente não respeitou isto, usando flash, câmeras e lentes inadequadas, ou iluminadores. Foi por falta de equipamento, experiência, conhecimento, imaginação etc.

Teve uma equipe de TV que fez uma matéria, e mesmo eu tendo pedido para não usar iluminação, eles usaram. Eles disseram que não dava para trabalharem sem a luz. Em uma conversa anterior eles falaram que a câmera DV que estavam usando era limitada, e que a Betamax antiga era bem superior para o uso noturno. Acho que faltou imaginação para fazer algo diferente, bolarem algo diferente. Eu já fotografei com uma FZ28, e tive bons resultados, dentro do possível. Me lembrei deste artigo e deste artigo por várias vezes.

Comecei a fotografar pouco antes, para treinar e depois fotografei a procissão.

A "modernosa" Praça da Matriz depois de uma polêmica reforma, considerada por muitos como desnecessária.

As pessoas diante da Igreja da Matriz esperando o começo da procissão do fogaréu.
As luzes já apagadas, e acendendo as tochas. ISO 3200 e 1/30 s.

ISO 3200 e 1/30 s.

O andor partindo. ISO 3200 e 1/30 s.

Andor diante a Igreja do Rosário. ISO 3200 e 1/30 s.

Indo em direção da Igreja de Santa Rita. A creperia não desligou as luzes. ISO 1600 e 1/30 s.

Esperando a procissão perto da Igreja de Santa Rita. ISO 3200 e 1/30 s.

ISO 3200 e 1/30 s.

Chegando na Capela de Nossa Senhora das Dores. Tinha luz vinda do outro lado do Rio Perequê-Açú, da Praia do Pontal. ISO 3200 e 1/30 s.

ISO 3200 e 1/30 s

Partindo depois de um tempo parado na frente da Capela de Nossa Senhora das Dores. ISO 3200 e 1/30 s.

ISO 3200 e 1/30 s.

ISO 3200 e 1/15 s.

ISO 3200 e 1/15 s.

Eles usaram o flash da câmera para fazer a foto, e eu usei as tochas deles. ISO 3200 e 1/15 s.

ISO 3200 e 1/30 s.

ISO 3200 e 1/30 s.

Eu errei muito o foco, muito mesmo, mas também tive imagens boas. E mesmo confiando na ajuda da câmera, ainda errei muito. Acho que a câmera também estava errando devido a pouca luz.

Note que usei ISO 3200 quase o tempo todo, mas usei 1/30 s por quase o tempo todo também. Esta é uma velocidade razoável para congelar movimentos não rápidos, e com uma boa qualidade quando se tem uma mão firme. Isto é uma vantagem de uma lente clara. Usar tempos razoavelmente curtos em situações de muito pouca luz.

Usei F1.4 o tempo todo durante a procissão.

Conclusões

Fotografias de perto com esta lente são um pouco críticas, especialmente na máxima abertura. A grande abertura faz com que a profundidade de campo (DOF) seja muito curta, o que pode ser bom, mas um pequeno erro, ou imprecisão, de foco se tornam bem mais evidentes.

Com o autofoco operando, o foco é feito e a foto é feita logo em seguida, com um intervalo muito curto, sem que as pessoas (o fotógrafo e o modelo/objeto, dependendo do caso) tenham chance de se moverem muito. Com o foco manual, existe a chance do objeto, e/ou modelo, e do fotógrafo, se moverem um pouco, o que afeta a qualidade do foco, pois o tempo entre o foco e o disparo não é tão curto quanto usando o autofoco. Isto é um ponto importante à favor do autofoco.

A tela de foco com um bipartido, ou outros recursos para ajudar o foco, tal como é comum nas câmeras mecânicas, cairia bem, mas eu não tenho isto para a D90. Sei que existe, e é feito sob encomenda, mas não tenho.

Tiveram situações que me deram a impressão que o ajuste de dioptria do visor da câmera estava errado.

O meu exemplar  de lente apresenta um pouco de fungo nos elementos internos, mas estes não estavam aparecendo nas fotos. Mas tenho que fazer um teste com F16, que é a abertura mínima desta lente, em um ambiente controlado.

Fiz fotografias com filme também, usando o corpo FM2 que veio junto com a lente, mas ainda tenho que revelar o negativo, então fica para outra hora mostrar os resultados.

Muitos dos resultados e considerações aqui também devem ser válidas para os modelos AF e AF-S de 50mm F1.4, sem os problemas de autofoco e fotômetro. Em modelos de câmeras superiores à D90 o fotômetro deve funcionar, e a prioridade de abertura também, facilitando a vida do fotógrafo. Mas não vou desmerecer o aprendizado e feliz experiência que foi usar esta lente, que exigiu muito de mim.

7 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. Olá João Rocha,

    Muito legal a sua experiência com a lente manual na D90.

    Essa onda de usar lentes antigas manuais + adaptadores em DSLR digitais virou febre já faz um bom tempo.

    Desde o ano de 2010 venho comprando lentes manuais antigas: lentes Canon FD e lentes M42
    mount. As de mount M42 são as mais fáceis de achar. Takumar, Carl Zeiss,
    Pentacon, Helios, etc... E existem adaptadores para todos os tipos de culatras. Eu comprei alguns adaptadores de lentes FD para M4/3 (Panasonic), FD para Sony Nex e FD para EOS. E adaptadores de lentes M42 para M4/3, Nex e EOS.

    No início essas lentes eram bem baratas e os
    adaptadores eram muito caros. Agora essa situação se inverteu. As lentes
    subiram de preços e os adaptadores estão bem baratos. Isto porque a procura por lentes antigas cresceu. Mas a produção de adaptadores cresceu.

    É uma opção muito legal, pois ainda se encontra lentes primes com ótica
    excelente a preços razoáveis que praticamente se equiparam a lentes
    modernas caríssimas como as Canon série L, etc. E o resultado é maravilhoso, tanto em fotos como em vídeos. Algumas lentes tem uma caracteristica cinematográfica muito interessante. Muitos videomakers já descobriram esse lance de usar lentes manuais antigas em vídeo...

    Tem uma turma bacana no DigiForum que experimenta essas lentes antigas nas
    modernas DSLR:
    http://digiforum.com.br/viewtopic.php?t=49415&postdays=0&postorder=asc&start=0

    Vale a pena o uso dessas lentes devido a sua qualidade ótica. Eu usava as
    lentes manuais em uma antiga Canon D30, mas ultimamente uso muito com a
    Sony Nex 5N e com a Panasonic GH1. Praticamente todas as lentes antigas
    funcionam nestas duas câmeras, via adaptadores. Na Canon eu tinha
    problema de foco no infinito com as lentes Canon FD...

    É lógico que essas lentes só funcionam no manual ou no modo prioridade de abertura.

    Existem também adaptadores com confirmador de foco (M42 to EOS) para as DSLR Canon e, se não me engano, tem também para as Nikon.

    Na sala do DigiForum: http://digiforum.com.br/viewtopic.php?t=81004
    mostro algumas lentes e adaptadores e algumas fotografias realizadas. É um grande barato!

    Abraços

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    1. Em parte, esta moda começou por que existem lentes antigas muito boas, e algumas em bom estado, que não tem câmeras para usar. Algumas pessoas aventureiras começaram experimentando usar estas lentes em câmeras modernas. Claro que se perde algumas vantagens modernas das câmeras, mas a experiência, e muitas vezes os resultados, são legais.

      Muitas lentes atuais são melhores, pois se aprendeu muito na construção das anteriores, e ainda se tem atualmente recursos computacionais para fazer simulação, controle de qualidade, desenvolvimento de materiais etc. Mas nem sempre realmente fazem as lentes serem melhores (ou muito melhores), pois querem vender barato, e às vezes tem que vender barato. As lentes antigas são uma boa opção para se obter lentes de boa qualidade a preços bons, sem o custo das lentes top atuais. Mas cuidado, existem também alguns lixos. rs

      A inversão de preço pode ser o reconhecimento da existência deste mercado. Isto é, mais fabricantes criando adaptadores, e mais gente procurando lentes antigas.

      Nota: Na minha experiência, eu não usei nenhum adaptador. A lente encaixa perfeitamente, e o sensor de foco dá uma ajudinha no foco.

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  3. Esqueci de deixar o meu nome no comentário acima, desculpe.
    Luiz Curcino

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  4. olá meu nome é bruno carlos e tenho uma nikon d60 que comprei com uma 18-55 vr do kit porem a lente estava emperrada e so funcionava do jeito que estava tirei 4 fotos com ela .dai no mesmo dia eu quebrei a lente . e pesquisando uma substituta achei esta 50mm ai-s paguei 350 reais mais do que uma lente af-s básica. até ai tudo bem mas quando chegou e fui usar me imprecionei com o resultado obtido e com certeza fiz um belo investimento... Mas me surgiu uma unica duvida com lente manual sem af a camera nao bate flash? Eu nao achei nenhum artigo que falasse sobre isso . A sua d90 bate flash?

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    1. O flash funciona na minha D90, tanto é que usei um pouco no meu segundo ensaio fotográfico com a minha amiga Tatiana, mas funciona completamente no manual. Não tem TTL. Você vai ter que fazer todos os cálculos, estimar ou medir a distância etc.

      Você poderia ter tentado consertar a sua 18-55mm, ou usar a garantia.

      Não tenho certeza se entendi o seu texto, pois ele não tem pontuação. Se torna cansativo e complicado entender textos assim.

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